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Vontade de beliscar pode ter base genética, mostra estudo

Vontade de beliscar pode ter base genética; exame nutrigenético orienta dieta personalizada para reduzir gatilhos

Revista Malu
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  • Nutricionista afirma que o desejo de beliscar pode ter base biológica, ligado a genes que controlam fome, saciedade e hormônios.
  • O termo “beliscador” descreve pessoas com predisposição genética para buscar lanches, não apenas falta de força de vontade.
  • Exame nutrigenético, feito pela saliva, aponta predisposições individuais e ajuda a orientar estratégias alimentares mais eficazes.
  • A reeducação alimentar deve ser agradável, com substituições inteligentes e opções mais saciantes que reduzam gatilhos de beliscar.
  • Não existe dieta universal; o tratamento envolve adaptar a alimentação ao perfil biológico da pessoa para resultados sustentáveis.

A vontade constante de beliscar ao longo do dia pode ter uma explicação biológica, segundo a nutricionista Nicolle Albanezi. Em reportagem recente, ela confirmou que essa tendência não é apenas falta de foco, mas uma característica associada ao nosso DNA.

Ela explica que certos genes influenciam o comportamento alimentar e a percepção de fome e saciedade. Assim, algumas pessoas apresentam receptores diferentes para sinais de fome, o que facilita o hábito de beliscar.

Segundo Albanezi, o exame nutrigenético, feito a partir de saliva, identifica predisposições individuais. Com esses dados, é possível entender como o corpo funciona e planejar a dieta de forma mais alinhada aos seus limites e necessidades.

Exame nutrigenético

O objetivo do teste é mapear predisposições para acumular gordura ou reagir a determinados nutrientes. A partir dos resultados, a conduta alimentar fica mais próxima do esforço que a pessoa consegue sustentar no dia a dia.

A especialista afirma que o acompanhamento com base nesses exames busca tratar a raiz do problema, não apenas exigir esforço. Dieta mais saciante e substituições inteligentes ajudam a evitar gatilhos de belisco.

Estratégias prática s

Para quem tem a genética “beliscadora”, é essencial reduzir gatilhos e trazer conforto ao processo. A ideia é tornar a reeducação alimentar agradável, com opções de doces próximos ao que a pessoa gosta e maior saciedade.

Não há uma dieta universal; o que funciona depende do perfil biológico de cada um. A recomendação é simplificar a dieta, tornando-a sustentável a longo prazo para não se tornar um transtorno.

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