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7 motivos comuns para o excesso de gases intestinais

Excesso de gases tem causas simples: hábitos, alimentação e estresse alterando digestão e causando desconforto

Excesso de gases pode estar ligado a hábitos simples e à forma como você se alimenta no dia a dia.
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  • O excesso de gases costuma estar relacionado a hábitos diários, alimentação e estresse, causando desconforto.
  • Comer rápido faz você engolir mais ar e dificulta a digestão, aumentando a sensação de estufamento.
  • Alimentos que fermentam, como feijão, brócolis, couve-flor e repolho, elevam a produção de gases.
  • Bebidas gaseificadas e chicletes aumentam a entrada de ar no sistema digestivo.
  • Intolerâncias alimentares, desequilíbrio da microbiota e fatores emocionais podem contribuir para o problema.

O excesso de gases é um desconforto comum, mas nem sempre sério. Profissionais de saúde destacam que ele pode estar ligado a alimentação, hábitos diários e fatores emocionais. A reportagem reúne informações para esclarecer causas e formas de manejo.

Especialistas ouvidos indicam que a produção de gases ocorre durante a digestão, quando bactérias fermentam alguns alimentos. Engolir ar ao comer ou beber também contribui para o acúmulo de gases. Pequenos hábitos podem fazer diferença no cotidiano.

O tema ganhou destaque após relatos de pacientes que buscaram orientação médica para alívio de inchaço e dor abdominal. Medidas simples podem reduzir o desconforto, sem necessidade de intervenções complexas.

Motivos comuns para o excesso de gases

A formação de gases acontece principalmente na digestão, quando bactérias fermentam certos alimentos. Engolir ar também aumenta o volume no trato digestivo. Abaixo, os fatores mais frequentes.

1. Comer rápido demais

Ao mastigar pouco e comer apressadamente, o ar é engolido com os alimentos. O acúmulo de ar eleva o estufamento e dificulta a digestão.

2. Alimentos fermentáveis

Feijões, brócolis, couve-flor e repolho costumam gerar mais gases. Suas fibras passam pela fermentação das bactérias intestinais.

3. Bebidas gaseificadas

Refrigerantes e água com gás liberam dióxido de carbono, aumentando a pressão abdominal e o desconforto.

4. Intolerâncias alimentares

Lactose e outras intolerâncias dificultam a digestão de certos alimentos. Substâncias não processadas fermentam, provocando gases e sintomas digestivos.

5. Uso de chicletes

Mascar chiclete aumenta a ingestão de ar. A presença de adoçantes artificiais pode favorecer a fermentação intestinal.

6. Alterações na microbiota

Deséquilíbrio na microbiota pode intensificar a fermentação. Alimentação inadequada ou uso de medicamentos são fatores associados.

7. Estresse e ansiedade

O estado emocional influencia o funcionamento do intestino. Em situações de estresse, a digestão pode ficar mais lenta, elevando a produção de gases.

Sinais de alerta

Em geral, o excesso de gases não indica doença grave. Contudo, sinais persistentes merecem avaliação médica. Fique atento a:

  • dor abdominal frequente;
  • perda de peso sem explicação;
  • alterações persistentes no hábito intestinal.

Como reduzir o problema

Algumas mudanças simples ajudam no controle dos gases:

  • mastigar bem os alimentos;
  • evitar comer com pressa;
  • reduzir bebidas gaseificadas;
  • observar quais alimentos provocam desconforto;
  • manter uma alimentação equilibrada.

Mudanças na rotina alimentar e de hábitos podem reduzir o desconforto e melhorar a saúde digestiva.

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