- A mulher, que luta há anos com anorexia e bulimia, sente que o sucesso do marido em perder peso intensifica o ambiente de foco em calorias e treinos em casa, dificultando sua recuperação.
- Ela busca equilíbrio entre apoiar o marido e proteger sua própria saúde mental, pois se sente pressionada a fingir estar bem diante das mudanças dele.
- A recomendação é buscar terapia e apoio externo; Beat Eating Disorders pode oferecer orientação para entender o impacto na prática, sem culpar o parceiro.
- Sugere-se que o marido receba informações sobre como ela se sente e utilize linhas de apoio especializadas, para que o apoio seja externo e menos pessoal.
- Também é indicado buscar um terapeuta, encontrar um interesse comum fora de peso e alimentação, e manter canais de comunicação abertos para tratar dos sentimentos de ambos.
O marido de uma leitora realizou uma significativa perda de peso com uso de medicamentos, dieta e treino, o que impactou a saúde mental da esposa, que sofre de anorexia e bulimia há anos. Ela busca orientação para apoiar o marido sem comprometer sua recuperação.
Ela relata que o dia a dia passou a girar em torno de calorias, atualização de treinos e roupas que ficam cada vez mais largas. Embora queira celebrar a melhoria dele, sente que o ambiente em casa agrava seus transtornos alimentares.
A mulher admite ter dificuldade de pedir que ele modere o tom de conversas sobre peso sem apagar o orgulho pelo avanço dele. Pergunta como manter sua recuperação preservada e ainda apoiar o marido.
Apoio profissional e recursos
Especialistas sugerem que o marido entenda o impacto emocional para a parceira e procure informações por meio de terceiros, como linhas de apoio. A orientação é buscar terapia para a leitora e, se possível, encontrar um terapeuta adequado.
A Beat Eating Disorders, organização britânica, é citada como referência de apoio. Levar a situação a um profissional pode facilitar a comunicação entre o casal sem soar como crítica.
A leitora é incentivada a continuar buscando tratamento para si, com opções presenciais, online ou por telefone. Compartilhar sentimentos com um profissional auxilia a reduzir o medo de ser substituída e a criar estratégias de convivência.
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