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Meu parceiro dorme 10 horas por noite: devo aceitar que isso não muda?

Diferenças no sono não são morais, mas afetam planos do casal; a saída é adaptar horários e comunicação, sem tentar mudar o parceiro

‘With sleep, as with any other morally neutral lifestyle preferences, we have to be careful not to take for granted that our preferred way is objectively better,’ writes Eleanor Gordon-Smith. Painting: Old Man Sleeping by David Rijckaert (III). Illustration: Gem Archive/Alamy
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  • Uma pessoa relata que o parceiro dorme entre 10 e 12 horas por noite, o que atrapalha o tempo juntos em viagens e atividades matinais.
  • Eles não moram juntos e se veem apenas um dia por semana, o que torna o tempo em comum ainda mais precioso.
  • A autora pergunta se deve aceitar que a situação não vai mudar, até levando em conta a possibilidade de morar juntos no futuro.
  • A coluna aponta que dormir não é questão moral e que existem várias causas para o sono excessivo, como ritmos circadianos diferentes, medicamentos ou depressão.
  • A sugestão é buscar um espaço de cooperação entre os dois, reconhecendo diferenças de sono e encontrando maneiras de convivência que funcionem para ambos, sem tentar impor mudanças severas.

Em uma carta publicada na coluna de aconselhamento, uma mulher descreve um relacionamento de três anos com um homem que, hoje, dorme entre 10 e 12 horas por noite. Ela pergunta se deve aceitar a situação ou tentar mudá-la.

O casal se conheceu na juventude e mantém um estilo de vida ativo, com viagens e risadas em comum. O problema aparece nas manhãs: ela gosta de acordar cedo, mas ele prefere ficar na cama, chegando a ficar até 1h da tarde em folgas. Eles não moram juntos, e se veem apenas um dia por semana.

Ela já abordou o tema, com ele às vezes se esforçando, mas recaindo. Ambos têm filhos, o que complica a ideia de férias em família, já que a diferença de horários atrapalha planos. O questionamento central é se a situação terá mudanças.

Contexto e orientação

A conselheira Eleanor Gordon-Smith afirma que dorme não é questão moral. Há várias causas que escapam ao controle dele: ritmos circadianos diferentes, medicamentos como antidepressivos, depressão ou simples preferência pessoal. Mudanças não são garantidas, e o esforço pode não ser recíproco.

A análise destaca que divergências de rotina não significam falha de caráter. O objetivo pode não ser que os dois se tornem idênticos, mas que encontrem espaço de convivência. A sugestão é planejar como lidar com as diferenças, sem exigir que um mude o tempo do sono.

A ideia central é buscar uma convivência cooperativa. O sono pode permanecer como é, desde que as respostas de cada um sejam ajustadas para manter o relacionamento estável. O texto reforça que não há certo ou errado absoluto, apenas escolhas que respeitem ambos.

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