- Carrapatos em pets podem transmitir doenças graves; fique atento a sinais como apatia, febre, perda de apetite e fraqueza.
- Eles se escondem em locais como orelhas, pescoço, barriga, axilas e entre os dedos, especialmente em ambientes quentes e úmidos.
- A chamada “doença do carrapato” envolve infecções como erliquiose e babesiose, que afetam sangue e glóbulos vermelhos.
- Cães são mais atingidos, mas gatos também podem adoecer; use produtos antiparasitários apenas com orientação veterinária.
- Previna com higiene do pet e do ambiente, inspeção pós-passeio e remoção correta do carrapato com pinça; procure veterinário se surgirem sintomas.
O carrapato em pets é mais que um incômodo. Ele pode passar despercebido e transmitir doenças graves aos cães e, em menor medida, aos gatos. Passeios em parques, áreas com mato ou o quintal aumentam o risco.
O parasita se prende à pele, alimenta-se de sangue e pode estar escondido em orelhas, pescoço, barriga, axilas, entre os dedos e perto da cauda. Quando contaminado, o tutor pode notar sinais como fraqueza, febre e queda de apetite.
Nem todo carrapato transmite doença, mas quando ocorre, o quadro pode evoluir de forma significativa. Entre as infecções comuns estão a erliquiose e a babesiose, que afetam sangue e glóbulos vermelhos, respectivamente.
Gatos também podem ser atingidos, embora haja maior incidência em cães. Práticas de prevenção devem considerar que alguns produtos para cães podem ser tóxicos para felinos. Sempre busque orientação veterinária.
Proteção e higiene
A prevenção deve entrar na rotina, principalmente para animais que frequentam parques, creches ou áreas com grama. Use apenas produtos veterinários indicados, e examine o corpo do pet após passeios.
Também é importante limpar o ambiente: caminhas, cobertores e frestas devem ser higienizados com regularidade. Carrapatos podem se esconder em frestas, tecidos e áreas de descanso.
Sinais de alerta
Caso encontre um carrapato, remova-o com pinça fina ou removedor próprio, sem esmagar. Evite métodos caseiros que irritem a pele ou dificultem a retirada.
Observe o animal nos dias seguintes. Febre, apatia, urina escura ou fraqueza indicam necessidade de atendimento veterinário. A detecção precoce facilita o tratamento.
A prevenção constante é a melhor defesa. Um parasita pequeno pode representar risco relevante se não for detectado ou tratado a tempo.
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