- O frio faz o corpo gastar mais energia para manter a temperatura, o que aumenta a fome pela termogênese.
- Além disso, o tempo frio leva a ficar mais tempo em ambientes fechados e a reduzir a atividade física, elevando o desejo por comidas calóricas.
- Alimentos quentes e gordurosos ativam áreas do cérebro associadas ao bem‑estar e à recompensa emocional, aumentando temporariamente a sensação de conforto.
- A menor exposição ao sol pode reduzir a produção de serotonina, o que pode favorecer o desejo por doces e por itens calóricos no inverno.
- Mesmo com a fome maior, é possível manter uma alimentação equilibrada priorizando proteínas, fibras e refeições que promovam saciedade, como ovos, frango, legumes cozidos e sopas com legumes; manter hábitos saudáveis é essencial ao longo do ano.
O frio recente no país elevou a sensação de fome, especialmente por comidas quentes e calóricas. Especialistas dizem que o organismo gasta mais energia para aquecer o corpo, aumentando a demanda por calorias.
Segundo médicos, a termogênese eleva o gasto energético em dias frios. Além disso, o frio reduz a prática de atividades físicas e aumenta o tempo em ambientes fechados, o que pode intensificar o desejo por refeições reconfortantes.
A menor exposição ao sol também influencia o humor e o apetite, já que a serotonina pode sofrer alterações. Nesse cenário, doces e massas ganham maior atratividade para muitos consumidores.
Embora haja aumento da fome, a orientação é manter uma alimentação equilibrada. Recomenda-se priorizar proteínas, fibras e alimentos que promovam saciedade, como ovos, frango, legumes cozidos e sopas.
Diferentes especialistas destacam que líquidos quentes ajudam a aumentar o volume da refeição e contribuem para o aquecimento do corpo. Pequenas escolhas podem favorecer o equilíbrio sem exageros.
Em resumo, o aumento da fome no frio é um fenômeno natural, mas a orientação permanece: manter hábitos saudáveis e refeições balanceadas ao longo do inverno.
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