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Mãe relata seis perdas gestacionais até levar o filho para casa

Mãe supera seis perdas gestacionais e vivencia nascimento prematuro extremo do filho, com internação na UTI e recuperação.

“Passei por seis perdas gestacionais até conseguir levar meu filho para casa”, revela mãe
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  • Thaina Farias, 30 anos, de Osasco, passou por seis perdas gestacionais ao longo de quase dez anos antes de conseguir levar Filipi para casa.
  • O diagnóstico de incompetência do colo do útero explicou as falhas na gestação e deu um caminho de tratamento.
  • Em 2025, durante uma nova gravidez, houve infecção grave que levou ao parto prematuro e à internação de Thaina na UTI.
  • Filipi nasceu no dia 23 de janeiro de 2026, com 830 gramas, e foi imediatamente para a UTI neonatal; Thaina permaneceu na UTI adulta por alguns dias.
  • Hoje, Filipi tem três meses e está em casa; Thaina escreveu um livro sobre perdas gestacionais para apoiar outras mulheres e compartilhar a sua experiência.

Thaina Farias, de 30 anos, moradora de Osasco (SP), teve uma gestação marcada por complicações e internação na UTI. Ela viveu anos de tentativas, com seis perdas gestacionais, antes de conseguir levar Filipi para casa, aos três meses de vida.

A trajetória começou com buscas por diagnóstico e tratamento, após perder o sétimo bebê e descobrir a incompetência do colo do útero, que aumenta o risco de parto prematuro. A revelação trouxe alívio, mas também dor e reconhecimento da gravidade do quadro.

Em 2025, a gravidez ganhou nova esperança, acompanhada de cautela. A gestação evoluiu até a 26ª semana, quando uma infecção grave surgiu, levando à internação de Thaina na UTI. Filipi nasceu prematuro extremo e foi transferido para a UTI neonatal.

Infecção grave e parto prematuro

Os médicos anteciparam o parto para preservar a vida de mãe e filho. Thaina recebeu anestesia geral e foi intubada. A internação na UTI durou três dias, enquanto Filipi ficou na UTI neonatal por causa da prematuridade extrema.

No primeiro contato, cinco dias após o nascimento, Thaina viu o filho pela primeira vez. O encontro inicial não foi de emoção intensa, mas sim de medo e surpresa diante do tamanho do bebê, que apresentava pele translúcida e pele roxa.

Avanços e esperança

Hoje, mãe e filho estão em casa, com Filipi recebendo cuidados contínuos pela prematuridade. Thaina publicou um livro sobre perdas gestacionais, maternidade e fé, buscando apoiar outras mulheres em silêncio.

A profissional responsável pela linha de cuidados na UTI enfatiza que bebês prematuros extremos exigem suporte intensivo imediato, com equipes bem treinadas e infraestrutura adequada para reduzir complicações.

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