- Estudo divulgado em fevereiro avaliou a satisfação amorosa de mais de 23 mil pessoas (18 a 74 anos) em 29 países; o Brasil ficou em 19º lugar, na metade inferior da tabela.
- Brasil foi o único país da América Latina a aparecer na metade inferior do ranking.
- Em média, 83% disseram estar satisfeitos com o relacionamento, 60% apreciam suas vidas românticas e sexuais e 77% se sentem amados; no Brasil, 42% disseram estar muito satisfeitos com esse aspecto.
- Japão teve o menor nível de satisfação (11%), enquanto a Colômbia aparece como a mais satisfeita (56% muito satisfeitos).
- No Brasil, a geração X é a mais satisfeita com a vida amorosa e sexual, com 67% nesse patamar; Millennials, 61%; Gen Z, 53%; Baby boomers, 52%.
O estudo divulgado em fevereiro avalia o nível de satisfação amorosa de 29 países, incluindo o Brasil. A pesquisa aponta a posição do Brasil na metade inferior do ranking regional, sendo o único país da América Latina entre os menos satisfeitos.
Ao todo, a Ipsos entrevistou mais de 23 mil pessoas com idades entre 18 e 74 anos. No agregado, 83% dos participantes disseram estar satisfeitos com o relacionamento com o parceiro ou cônjuge, enquanto 60% afirmaram gostar de suas vidas românticas e sexuais.
Ainda segundo o levantamento, 77% dos entrevistados afirmaram se sentir amados. Na comparação por país, a Colômbia apresentou o maior índice de satisfação nesse aspecto (56%), enquanto o Japão ficou entre os menores (11%). No Brasil, 42% dos pesquisados disseram estar muito satisfeitos com esse quesito. Japão e Coreia do Sul aparecem entre os menores índices de satisfação. O estudo destaca que o Brasil é uma exceção na América Latina, ficando na metade inferior da tabela.
Geração X é a mais satisfeita no Brasil
Entre os brasileiros, a geração X (nascidos entre 1965 e 1980) é a mais satisfeita com a vida amorosa e sexual, com 67% do grupo alegando satisfação ou alta satisfação. Os millennials ficam em segundo, com 61%. Em seguida aparecem a geração Z (1996-2010), com 53%, e os baby boomers (1945-1964), com 52%.
A pesquisa também mostra diferenças por faixa etária que ajudam a entender padrões de satisfação ao longo da vida. A metodologia envolveu entrevistas presenciais e digitais, com perguntas sobre qualidade de relacionamentos, sentimentos de afeto e percepção de bem-estar romântico.
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