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Mãe escolhe parteira em todos os três partos, mesmo marido obstetra

Mãe de três filhos escolhe parteiras em todos os partos, buscando apoio emocional, com o marido obstetra atuando como acompanhante e referência médica quando necessário

Carlie e o marido — Foto: Reprodução/People
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  • Carlie Roman, 33 anos, mora em Kentucky, é casada com o ginecologista e obstetra William e tem três filhos.
  • Em todos os partos, ela optou por parteiras por motivos éticos e práticos, sem mudança de obstetra ao longo da gravidez.
  • Durante as gestações, houve apoio das parteiras e a presença do marido, que manteve o ambiente calmo na sala de parto.
  • No terceiro parto, a bebê estava em posição que dificultaria o expulsivo; o marido atuou em uma manobra treinada para facilitar o nascimento.
  • Roman afirma que as parteiras oferecem cuidado centrado na paciente, respeitando escolhas e proporcionando apoio emocional, aliado à segurança.

Carlie Roman, 33, residente no estado americano de Kentucky, teve três partos com parteiras, mesmo sendo casada com o obstetra William. Segundo ela, limitações éticas e práticas impediram o marido de atuar como médico durante as gestacões, levando-a a optar por profissionais de parto compatíveis com seu histórico clínico.

Ao longo de cada gravidez, a presença das parteiras trouxe conforto e apoio emocional, enquanto William ficou ao lado da esposa como uma presença calma. A combinação de cuidado centrado na paciente e suporte familiar ajudou a manter um ambiente seguro e tranquilo na sala de parto.

O papel do marido

Durante os partos, William atuava principalmente no apoio físico, com massagens e incentivo durante as contrações, além de criar um clima sereno. Quando os bebês estavam prestes a nascer, ele passava a intervir com a atuação médica necessária. Roman afirma que esse equilíbrio foi de grande importância para a experiência.

A relação entre parto assistido por parteiras e atuação médica foi tema recorrente entre familiares e amigos. Ela ressalta que as parteiras são bem instruídas e podem trabalhar em conjunto com médicos, caso haja necessidade de intervenções complexas, o que, segundo ela, oferece uma combinação segura.

O susto no terceiro parto

Durante o terceiro parto, a bebê chegou em posição que dificultava o expulsivo. As parteiras permaneceram tranquilas, enquanto William realizou uma manobra treinada para facilitar o nascimento. A intervenção permitiu que a filha fosse rapidamente trazida ao mundo, sob cuidados imediatos.

Roman destaca que o apoio emocional das parteiras foi essencial ao longo de todas as gestações. A paciente afirma ter percebido um clima de sala caloroso e encorajador, o que, segundo ela, contribuiu para a tomada de decisões durante a gravidez e o parto.

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