- Francielle é a mãe de Maria Isabel, que enfrenta paralisia cerebral tetraespástica, atraso global de desenvolvimento e dificuldades auditivas e visuais, dependendo de uma gastrostomia.
- A gravidez foi sem complicações até o parto, quando ocorreu uma ruptura uterina que exigiu intervenção de emergência para salvar mãe e filha.
- Maria Isabel passou cerca de um mês na UTI neonatal; havia risco de sequelas neurológicas caso sobrevivesse.
- Com o tempo, a menina passou a reagir aos estímulos, surpreendendo a equipe médica e a família, mesmo com as sequelas deixadas pela falta de oxigênio no parto.
- Uma Vakinha para tratamento com células-tronco mobilizou milhares de pessoas, destacando o apoio da comunidade e fortalecendo a esperança da família.
O que aconteceu envolve a experiência de uma mãe e sua filha. Francielle descreve a filha Maria Isabel como forte, apesar da delicadeza aparente. O conteúdo é sobre superação e maternidade, acompanhado de uma série do Vakinha que mostra histórias reais.
Maria Isabel, hoje com menos de dois anos, enfrentou desafios graves desde o nascimento. Uma ruptura uterina durante o parto exigiu intervenção rápida da equipe médica para salvar mãe e filha.
A mãe, Francielle, recebeu a notícia de que a filha estaria em estado gravíssimo logo após a cirurgia. A expectativa era de baixa chance de sobrevivência e de sequelas neurológicas.
A última etapa da trama mostra uma melhora gradual de Maria Isabel. Ela reagiu aos estímulos na UTI neonatal e passou a evoluir, mesmo com sequelas. Hoje convive com paralisia cerebral tetraespástica e dificuldades sensoriais.
A rotina da família passou a incluir terapias diárias, consultas e estímulos constantes. Francielle passou a focar no presente, valorizando cada progresso e o cotidiano com dois irmãos mais velhos.
Campanha de apoio e esperança
Nos últimos meses, uma Vakinha foi criada para custear tratamento complementar com células-tronco. A mobilização ganhou atenção e mostrou o apoio da comunidade. Francielle reconhece o amor que recebeu, mesmo sem conhecer todos os apoiadores.
A história de Maria Isabel, contada pela série do Vakinha, evidencia redes de apoio formadas pela proximidade das mães. O objetivo é manter o tratamento e estimular novas possibilidades para a menina.
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