- Pamela Quayle começou a malhar aos 63 anos e, aos 68, tornou-se atleta, com foco em resistência e duração usando superséries.
- A mudança aconteceu durante a pandemia, quando se mudou para ficar perto dos filhos e netos e passou a treinar com a filha.
- Elas treinavam cinco dias por semana, com programa de corpo inteiro que alternava exercícios com halteres para parte superior e inferior do corpo.
- Os treinos eram intensos e exigiram adaptações de movimentos, como agachamentos búlgaros e flexões, devido ao esforço da filha mais jovem.
- Em cinco anos houve evolução, chegando ao levantamento terra e à força como parte de sua rotina de treino.
Pamela Quayle começou a malhar aos 63 anos e hoje, aos 68, já é considerada atleta, com foco em exercícios de força. A mudança ocorreu durante a pandemia, quando decidiu ficar mais próxima da família e iniciou treinos com a filha.
Ela acompanhava a filha nos treinos e, sem pretensão inicial, transformou não apenas o corpo, mas a forma de encarar o envelhecimento. A prática regular passou a fazer parte de sua rotina.
Evolução do treino
O programa começou com treinos cinco dias por semana, com foco em corpo inteiro, usando halteres e variações de agachamentos. As dores musculares iniciais deram lugar a ganhos de força e resistência.
Ao longo de cinco anos, Pamela adaptou movimentos para acompanhar a filha, que era mais jovem. A mudança incluiu ajustes em exercícios como agachamentos e flexões, mantendo a progressão constante.
Para sustentar o ritmo, ela passou a incorporar superséries regularmente, associando dois exercícios seguidos com descanso reduzido. O objetivo é aumentar a resistência e a duração das sessões.
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