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Fim do resguardo não significa volta da libido, aponta estudo

Libido retorna após quase oito anos de gravidez e puerpério, ressaltando o papel do diálogo e do apoio do parceiro na nova fase

Joanna Moura
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  • A autora conta que, após quase oito anos, sua libido voltou em 9 de maio de 2026, em Ilha Grande, durante uma noite com o parceiro em um hotel.
  • A queda da libido começou na primeira gravidez, em 2018, e foi agravada por puerpério, amamentação, pandemia, nova gravidez, rotina com dois filhos e trabalho intenso.
  • Ao longo desse período, houve relações sexuais por hábito ou memória de que seria bom para o casal, não por desejo intenso constante.
  • Um vídeo de um cantor falando sobre o fim do resguardo a levou a questionar se outras pessoas passam pelo mesmo, mas reforçou que a sorte está em ter alguém que entende o tempo da parceira.
  • O retorno da libido, segundo ela, é gradual e depende de autocuidado, reconstrução da identidade e autoestima, sem pressa ou expectativas irreais.

A mulher relata que, após quase oito anos sem libido, houve uma retomada do desejo. O momento ocorreu em 9 de maio de 2026, por volta das 23h, em um quarto de hotel em Ilha Grande, com o ambiente tranquilo ao redor. O reencontro foi descrito como sereno e sem pressa, favorecido pelo repouso.

Antes disso, a libido esteve ausente por longos anos. A vida contou com gravidez, puerpério, amamentação, pandemia e uma rotina de dois filhos, aliada a um trabalho intenso. Nesse período, o desejo foi gradualmente se tornando discreto, quase invisível na vida cotidiana.

A detecção do problema começou na primeira gestação, em 2018. O corpo passou a priorizar o que era necessário para a gravidez, e o desejo sexual acabou perdendo espaço. Ao longo dos anos seguintes, o déficit se manteve, mesmo com tentativas de intimidade.

Entre uma gravidez e outra, houve puerpério e amamentação. A rotina com os filhos pequenos, combinada a fatores externos, intensificou o afastamento do desejo. O episódio atual foi visto como uma virada rara, ligada a mudanças no autocuidado e na autoestima.

Pelo relato, o que ajudou não foi apenas o encontro, mas o entendimento entre o casal sobre o tempo de cada um. O texto reforça a ideia de que a libido de uma mãe se reconstrói lentamente, sem pressa nem pressões externas.

Contexto

A autora enfatiza que a recuperação do desejo não vem de soluções rápidas ou de provas públicas. O processo ocorreu em silêncio, com apoio mútuo e priorizando o bem-estar emocional. A importância do diálogo foi destacada como o fator afrodisíaco mais significativo.

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