- O piso pélvico envolve músculos e tecidos que sustentam bexiga, intestino e uterus, ajudando no controle urinário, intestinal e função sexual.
- Problemas como incontinência, sensação de peso, dor durante relações e disfunção erétil podem estar ligados a esse conjunto muscular.
- Exercícios de fortalecimento do piso pélvico (Kegel) são a primeira opção não invasiva para tratar disfunções do piso pélvico.
- Instruções rápidas: identifique os músculos corretos, aperte e levante por três a cinco segundos, relaxe pelo mesmo tempo, repetindo várias séries ao dia.
- Além dos exercícios, manter peso estável, ingestão de fibra e hidratação ajudam, e consultar um terapeuta do piso pélvico pode orientar os exercícios de forma adequada.
O assunto é o assoalho pélvico, um conjunto de músculos e tecidos na base da pelve que sustenta bexiga, intestinos e, em alguns casos, o útero. Problemas nessa região podem provocar vazamentos, sensação de peso, dor durante o sexo e alterações na função urinária ou intestinal.
Estudos indicam que o treino consistentede dos músculos do assoalho pélvico é uma primeira linha de tratamento não invasivo para muitos transtornos nessa área. Profissionais de saúde ressaltam que os benefícios aparecem com a prática regular ao longo de semanas.
O que são os exercícios de Kegel? São contrações repetidas do assoalho pélvico, pensadas para fortalecer essa musculatura. Inicialmente, o objetivo é identificar os músculos certos, simulando a interrupção do fluxo de urina ou o controle de gases.
Para executar, mantenha a contração por 3 a 5 segundos e relaxe pelo mesmo tempo, repetindo 10 a 15 vezes por sessão e realizando várias séries ao dia. A respiração deve permanecer calma e sem tensionar músculos próximos.
Além dos exercícios, manter peso saudável, ingerir fibra e hidratação adequada ajudam a reduzir a pressão sobre o assoalho pélvico. Exercícios como agachamentos e pontes também contribuem para o fortalecimento.
Caso haja dúvida sobre a técnica, a orientação de um terapeuta de assoalho pélvico pode ser essencial. Profissionais ressaltam que nem todos os transtornos respondem aos exercícios, sendo necessário acompanhamento médico para indicar a melhor abordagem.
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