- Vacinar o pet adulto é essencial, pois sem reforços o calendário vacinal desatualizado aumenta o risco de doenças graves.
- A proteção é mantida por reforços periódicos; sem eles, o animal fica mais suscetível aos agentes que circulam no ambiente.
- Entre as doenças comuns em cães não vacinados, está a cinomose, grave e que pode deixar sequelas neurológicas.
- A vacinação é dividida em essencial e complementar; a raiva é obrigatória por lei para cães e gatos.
- Immunizantes: cães têm vacinas V8 ou V10 (com Puppy para filhotes); gatos usam V4 e V5, sendo que a V5 acrescenta proteção contra leucemia felina (FeLV).
Muitos tutores acreditam que a vacinação de pets termina na infância. Especialistas alertam que adultos sem reforços ficam expostos a doenças graves, com risco de sequelas. A recomendação é manter o calendário vacinal atualizado para garantir proteção contínua.
A veterinária Mayara Gimenez, da clínica WeVets, enfatiza que reforços periódicos são essenciais para a proteção completa. Quando o calendário é ignorado, animais voltam a ficar vulneráveis aos agentes que circulam no ambiente.
Entre as preocupações, a cinomose aparece como uma doença frequente em cães não vacinados, atingindo vias respiratória, gastrointestinal e sistema nervoso central. A veterinária descreve a enfermidade como devastadora, com possibilidades de sequelas neurológicas irreversíveis.
Divisão dos imunizantes
A especialista detalha a divisão entre vacinas essenciais, obrigatórias para todos os animais, e vacinas complementares, dependentes do estilo de vida. A raiva é obrigatória por lei para cães e gatos.
- Cães: a proteção contra cinomose, parvovirose e adenovírus é assegurada por multivacinas (V8 ou V10). A versão Puppy é usada nos primeiros meses de vida.
- Gatos: as vacinas V4 e V5 protegem contra panleucopenia, doenças respiratórias e rinotraqueíte; a versão V5 adiciona proteção contra a leucemia felina (FeLV).
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