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As três falhas no treino do assoalho pélvico e como corrigi-las

Três pontos que faltam no treino do assoalho pélvico: base dos pés, alinhamento da pelve e relaxamento, para melhorar estabilidade e controle

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  • Especialista Em postnatal diz que, além de fortalecer o piso pélvico, é preciso considerar três pontos que costumam faltar.
  • Primeiro, trabalhar os pés e os arcos, pois pés fracos afetam absorção de impacto e sustentação do piso pélvico; um exercício sugerido usa papel de cozinha ou pano no chão para fortalecer os músculos dos pés.
  • Segundo, retornar aos fundamentos: ativar glúteos profundos e manter estabilidade do core, ao invés de apenas fazer agachamentos; exercícios simples ajudam a corrigir a postura.
  • Terceiro, foco no relaxamento do piso pélvico: em alguns casos, o problema não é fraqueza e sim tensão excessiva; exercícios de relaxamento são indicados para facilitar a contração.
  • Em síntese, a recuperação pós-parto envolve o sistema inteiro do corpo, e tratar apenas o piso pélvico pode não ser suficiente; abordagem abrangente facilita os resultados.

Durante a recuperação pós-parto, exercícios do assoalho pélvico são apenas uma parte da solução. Especialista em reabilitação pós-natal explica por que ainda pode haver sensação de inadequação, mesmo com treino adequado.

O texto apresenta três pontos frequentemente omitidos que podem interferir nos resultados dos exercícios. A autora, com mais de 15 anos de experiência, sugere ajustes simples para melhorar a função do core e da pelve.

1. Trabalhar a partir dos pés

Durante a gravidez, o peso aumenta e os arcos dos pés tendem a achatar, prejudicando a absorção de impacto. Isso transfere pressão para o assoalho pélvico e compromete a estabilidade do core. Exercícios focados em pés e core ajudam a reverter esse efeito.

Para reequilibrar, recomenda-se fortalecer músculos menores do pé com atividades simples. Um exemplo envolve objetos domésticos para treinar a mobilidade dos pés, fortalecendo a musculatura e melhorando o alinhamento corporal.

2. Voltar ao básico

Dores lombares na gravidez podem indicar deslocamento da pelve, com inclinação anterior que aumenta a carga sobre o assoalho pélvico. Pós-parto, a pelve tende a retornar, mas exercícios que ativem glúteos profundos aceleram o processo.

A sugestão é priorizar movimentos que estabilizem o core, com foco em glúteos profundos, gradualmente aumentando a intensidade. Squats contínuos não são o foco principal; controle e ativação muscular são essenciais.

3. A peça que faltava — relaxar o assoalho

Muitas vezes, o problema não é fraqueza muscular, mas excesso de tensão. Um assoalho pélvico sempre tenso dificulta a contração adequada, reduzindo a força com o tempo. O caso exige exercícios de relaxamento.

Se surgirem sintomas como sensação de pressão, dor ou problemas ao esvaziar a bexiga, a prática ideal envolve alongamento e relaxamento do assoalho pélvico, em vez de mais repetições de esforço.

O que fazer na prática

Ainda que o fortalecimento seja importante, a recuperação plena envolve o sistema como um todo, incluindo respiração, postura e tensões em outras regiões do corpo. A especialista recomenda combinar exercícios de respiração com movimentos que promovam o alinhamento corporal.

A autora reforça que a recuperação pós-parto demanda abordagem integrada, não apenas foco em um único grupo muscular. Ao considerar pés, pelve e relaxamento, os resultados tendem a aparecer com mais clareza.

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