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Puff Puff, o gato de rua que ficou ao meu lado durante a quimioterapia

Gato sem dentes enfrentou câncer ao lado da família durante a quimioterapia e deixou lembrança duradoura

‘She worked herself into our hearts’ … Puffy with Brian O’Keefe.
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  • Brandy encontrou, no abrigo, uma gata de 13 anos sem dentes, com orelha quebrada e resfriado, prestes a ser euthanizada; ela foi adotada pelo casal e batizada de Puff Puff.
  • Puff Puff se instalou rapidamente na casa, principalmente na frente do refrigerador, e ganhou um visual mais imponente com o tempo.
  • Ela tinha jeitos peculiares: amava frango e atum, detestava a maioria das rações, lambia o sal de batatas fritas e não gostava de tecnologia, às vezes bloqueando o teclado do computador.
  • Durante o tratamento do dono, após uma recaída de câncer, Puff Puff ficou perto dele o tempo todo, sentada no colo, ao lado da cama e até olhando pela janela quando ele saía.
  • Quatro anos após a adoção, desenvolveu um abscesso e morreu ronronando na cama da casa, deixando a família devastada pela ausência e pela lembrança da gata que entrou em suas vidas.

Puff Puff chegou à família O’Keefe aos 13 anos, sem dentes, com uma orelha quebrada e um resfriado. Mesmo nessa condição, a gata ficou ao lado dos donos nos momentos difíceis, tornando-se parte essencial da casa.

A esposa Brandy viu no site do abrigo de animais uma gata de 13 anos, salvo-vidas, sem dentes, com a possibilidade de ser eutanasiada em breve. O warden informou que ninguém havia a visitado; ao abrir a gaiola, a felina saltou para o colo do visitante. A adoção foi imediata.

Adquirida sob o nome Betty pelos funcionários, a gata ganhou novo lar e recebeu o apelido Puff Puff por ser muito peluda. O resfriado foi tratado com remédios, mas a orelha permaneceu decrépita, o que moldou sua aparência ao longo dos anos, com pelos que lembravam um leão.

Puffy tinha traços marcantes: apreciava frango, adorava atum e rejeitava boa parte das comidas de gato. A rotina incluía lamber água para fazê-la farfalhar e evitar aparelhos tecnológicos, já que recusava o uso de telefones e laptops quando alguém se aproximava.

Durante o tratamento do câncer, Puff Puff permaneceu junto da família. Em meio à recaída e à quimioterapia, a gata passava os dias ao lado de seu tutor, recebendo carinho e conforto. Ela, inclusive, acompanhava de perto a recuperação do dono, sentando no regaço ou deitada na cama.

Quatro anos após a adoção, Puff Puff desenvolveu um abscesso e acabou falecendo enquanto ronronava na cama da família. O falecimento ocorreu em casa, encerrando uma história de presença constante e apoio emocional.

A família O’Keefe manteve a história da gata como exemplo de companheirismo e resiliência. Puff Puff deixa lembranças marcadas pela lealdade e pelo cuidado que proporcionou nos momentos mais desafiadores.

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