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Investidores retiram US$ 333 milhões do ETF de bitcoin da BlackRock em um único dia

- O iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) da BlackRock, lançado em janeiro, acumulou mais de US$ 53 bilhões em ativos, tornando-se o maior fundo de Bitcoin à vista. - Recentemente, o IBIT sofreu saídas líquidas de US$ 333 milhões, a maior desde seu lançamento, indicando uma possível perda de interesse dos investidores. - O interesse em futuros de Bitcoin caiu quase 20%, refletindo uma diminuição na demanda institucional e ajustes de risco por parte das instituições. - O IBIT teve um desempenho recorde, ajudando o Bitcoin a alcançar uma máxima histórica de US$ 108.315 em dezembro, mas agora enfrenta um cenário de retração. - A BlackRock, gestora de ativos com mais de US$ 11 trilhões sob gestão, trouxe credibilidade ao mercado cripto, atraindo investidores céticos e impulsionando o preço do Bitcoin.

Os investidores retiraram US$ 333 milhões do iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) da BlackRock na quinta-feira (2), marcando o maior volume de saídas desde seu lançamento. Este movimento representa o terceiro dia consecutivo de retiradas, a sequência mais longa de perdas do fundo, conforme dados da Bloomberg. Com mais de US$ 53 bilhões em ativos, […]

Os investidores retiraram US$ 333 milhões do iShares Bitcoin Trust ETF (IBIT) da BlackRock na quinta-feira (2), marcando o maior volume de saídas desde seu lançamento. Este movimento representa o terceiro dia consecutivo de retiradas, a sequência mais longa de perdas do fundo, conforme dados da Bloomberg. Com mais de US$ 53 bilhões em ativos, o IBIT se destacou como o maior fundo de Bitcoin à vista e teve um papel significativo na alta do Bitcoin, que atingiu um pico histórico de US$ 108.315 em dezembro.

A diminuição nos fluxos do IBIT indica que o rali recorde do Bitcoin em 2024 pode estar perdendo força. Desde 19 de dezembro, os ETFs de Bitcoin nos EUA acumularam uma saída líquida de aproximadamente US$ 2 bilhões. Além disso, o interesse em aberto para futuros de Bitcoin na CME Group caiu quase 20% em relação ao pico de dezembro, refletindo uma redução na demanda institucional. Paul Howard, da Wincent, comentou que essas saídas eram esperadas, dado que as instituições estão ajustando seus balanços para o fechamento do ano.

O IBIT, que estreou em janeiro, teve um desempenho excepcional, acumulando mais de US$ 50 bilhões em ativos em apenas 11 meses, um recorde para ETFs. Nate Geraci, da The ETF Store, descreveu o IBIT como “o maior lançamento na história do ETF”. O crescimento do fundo foi impulsionado pela adesão de investidores institucionais, que ajudaram a elevar o preço do Bitcoin para mais de US$ 70 mil em março e a um movimento de alta até US$ 100 mil no final de 2024.

O sucesso do IBIT não se limita a números impressionantes; ele também facilitou a entrada de investidores céticos no mercado cripto. Geraci acredita que, se o preço do Bitcoin não colapsar, o IBIT pode superar o SPDR Gold Shares, o maior ETF de ouro, em 2025. Desde seu lançamento, o IBIT teve apenas nove dias de saídas superiores às entradas, representando mais de 50% do volume diário de negociação entre os ETFs de Bitcoin.

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