O Bitcoin teve um primeiro trimestre difícil em 2025, com uma queda de treze por cento, enquanto as altcoins, que são todas as criptomoedas exceto o BTC, enfrentaram perdas ainda maiores, variando entre trinta e cinco por cento e cinquenta por cento. Essa volatilidade é atribuída à menor liquidez e à especulação que afeta o mercado de altcoins. Historicamente, quando o Bitcoin recua, as outras criptomoedas tendem a desvalorizar ainda mais, pois o BTC é considerado um ativo mais seguro em tempos de incerteza.
Especialistas afirmam que a recuperação das criptomoedas depende do aumento da liquidez global e de possíveis cortes nas taxas de juros. André Franco, CEO da Boost Research, destacou que, sem esses fatores, o Bitcoin pode permanecer estagnado, enquanto as altcoins podem enfrentar quedas adicionais. O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos manteve a taxa de juros entre quatro vírgula vinte e cinco por cento e quatro vírgula cinquenta por cento ao ano, mas indicou a possibilidade de cortes até dois mil e vinte e cinco. A política tarifária do presidente Donald Trump pode impactar a inflação e, consequentemente, as decisões do Fed.
Apesar das dificuldades, há um otimismo crescente no mercado de criptomoedas. Sebastián Serrano, CEO da Ripio, acredita que o avanço da criptoeconomia é inevitável e que o setor se beneficiará a longo prazo. Ele mencionou que a adoção de criptomoedas por governos e empresas, além da expectativa em relação a ETFs de Bitcoin e Ethereum, pode impulsionar o crescimento do setor.
No início de abril, corretoras brasileiras destacaram altcoins promissoras, como Solana, XRP e Cardano, que juntas somam um valor de mercado de duzentos e dezessete bilhões de dólares. A Mynt, plataforma de criptoativos do BTG Pactual, identificou três áreas de potencial crescimento: contratos inteligentes, finanças descentralizadas e a interseção entre cripto e inteligência artificial. Essas áreas são vistas como fundamentais para o futuro das altcoins.
O Bitcoin enfrentou um primeiro trimestre desafiador em 2025, com uma queda de 13%, enquanto as altcoins, que incluem todas as criptomoedas exceto o BTC, sofreram perdas ainda mais acentuadas, variando entre 35% e 50%. Essa volatilidade é atribuída à menor liquidez e à especulação que permeia o mercado de altcoins. Historicamente, quando o Bitcoin apresenta recuo, as demais criptomoedas tendem a desvalorizar ainda mais, uma vez que o BTC é considerado um ativo mais seguro em tempos de incerteza.
Especialistas afirmam que a recuperação do setor de criptomoedas está atrelada ao aumento da liquidez global e a possíveis cortes nas taxas de juros. André Franco, CEO da Boost Research, destacou que sem esses fatores, o Bitcoin pode permanecer estagnado, enquanto as altcoins podem enfrentar quedas adicionais. O Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos manteve a taxa de juros entre 4,25% e 4,50% ao ano, mas indicou a possibilidade de cortes até 2025. No entanto, a política tarifária do presidente Donald Trump pode impactar a inflação e, consequentemente, as decisões do Fed.
Apesar das dificuldades, há um otimismo crescente no mercado de criptomoedas. Sebastián Serrano, CEO da Ripio, acredita que o avanço da criptoeconomia é inevitável e que o setor se beneficiará a longo prazo. Ele mencionou que a adoção de criptomoedas por governos e empresas, além da expectativa em relação a ETFs de Bitcoin e Ethereum, pode impulsionar o crescimento do setor.
No início de abril, corretoras brasileiras destacaram altcoins promissoras, como Solana (SOL), XRP (XRP) e Cardano (ADA), que juntas somam um valor de mercado de US$ 217 bilhões. A Mynt, plataforma de criptoativos do BTG Pactual, identificou três áreas de potencial crescimento: contratos inteligentes, finanças descentralizadas (DeFi) e a interseção entre cripto e inteligência artificial. Essas áreas são vistas como fundamentais para o futuro das altcoins.
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