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Galípolo confirma integridade do sistema Pix após ataque hacker sem revelar valores desviados

Ataque hacker à C&M Software desvia R$ 1 bilhão. Banco Central reforça segurança e garante integridade do sistema Pix.

Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, em entrevista a jornalistas na sede da instituição, em Brasília (Foto: Gabriela Biló - 26.jun.25 /Folhapress)
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  • Um ataque hacker desviou cerca de R$ 1 bilhão de contas da empresa C&M Software, considerada a maior fraude cibernética do Brasil.
  • Um técnico de TI foi preso por fornecer credenciais à quadrilha responsável pelo ataque.
  • O presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, afirmou que o sistema Pix permanece íntegro e não foi comprometido.
  • Galípolo destacou a importância de aumentar os investimentos em segurança cibernética e defendeu uma Proposta de Emenda à Constituição para garantir maior autonomia ao Banco Central.
  • Seis instituições financeiras estão temporariamente impedidas de acessar o sistema Pix enquanto as operações da C&M Software são restabelecidas.

O Banco Central do Brasil enfrenta uma grave situação de segurança cibernética após um ataque hacker que desviou cerca de R$ 1 bilhão de contas da empresa C&M Software. O incidente, considerado o maior do tipo no país, levou à prisão de um técnico de TI, que teria cedido credenciais à quadrilha responsável pela fraude. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, garantiu que o sistema Pix, que movimenta trilhões diariamente, permanece íntegro.

Durante audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, Galípolo evitou comentar o valor exato desviado, afirmando que a polícia deve informar essa informação se julgar necessário. Ele destacou que o ataque não comprometeu a infraestrutura do Banco Central, que movimenta aproximadamente R$ 8 trilhões por dia. “Se tivesse acessado o sistema do Banco Central, seria um problema de outra monta”, afirmou.

O ataque, segundo Galípolo, não foi um ataque cibernético tradicional, mas sim resultado de engenharia social, onde credenciais legítimas foram fornecidas. A Justiça de São Paulo renovou a prisão do técnico João Nazareno Roque, que teria recebido R$ 15 mil para facilitar o acesso às contas da C&M. O BC já restabeleceu parcialmente as operações da provedora de serviços, mas outras seis instituições financeiras estão temporariamente impedidas de acessar o sistema Pix.

Galípolo usou o incidente para defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que busca garantir maior autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central. Ele enfatizou a necessidade de aumentar os investimentos em segurança cibernética para proteger o sistema financeiro do país.

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