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Acionista da Ubisoft questiona executivo sobre ‘woke’ em Assassin’s Creed

Investidor questiona CEO da Ubisoft sobre escolhas de *Assassin's Creed Shadows*, que apresenta um samurai africano e um personagem não-binário.

Foto: Reprodução
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  • Durante a reunião de acionistas da Ubisoft em 10 de julho, o CEO Yves Guillemot respondeu a críticas sobre *Assassin’s Creed Shadows*.
  • Um investidor questionou a inclusão de um samurai africano e um personagem não-binário no jogo, levantando preocupações sobre uma possível agenda política da empresa.
  • Guillemot defendeu as escolhas criativas, ressaltando que Yasuke, o samurai, é uma figura histórica e que o objetivo era mostrar personagens com jornadas heroicas.
  • O jogo, lançado em março de 2025, tornou-se o terceiro mais vendido do ano, apesar das controvérsias.
  • A reunião também abordou o movimento “Stop Killing Games”, que já conta com mais de 1 milhão de assinaturas na União Europeia, e a concorrência com títulos como *Valorant*.

Durante a reunião de acionistas da Ubisoft, realizada em 10 de julho, o CEO Yves Guillemot enfrentou questionamentos sobre a reputação da empresa e as escolhas criativas em *Assassin’s Creed Shadows*. Um investidor, que se identificou como jogador e acionista, criticou a inclusão de um samurai africano e um personagem não-binário no jogo, levantando o debate sobre a “cultura woke”.

O investidor questionou se essas decisões refletiam uma agenda política da Ubisoft e como isso poderia impactar a reputação da empresa. *Assassin’s Creed Shadows*, lançado em março de 2025, tornou-se o terceiro jogo mais vendido do ano, apesar das controvérsias que o cercaram. O jogo se passa no Japão do século XVI e apresenta Yasuke, um samurai africano, e Ibuki, um ronin não-binário, como protagonistas.

Guillemot defendeu as escolhas criativas, afirmando que o objetivo era mostrar personagens com jornadas heroicas. Ele destacou que Yasuke é uma figura histórica e que contar sua história foi uma decisão bem-sucedida. O CEO também comentou sobre a pressão da comunidade gamer e a necessidade de equilibrar as expectativas dos jogadores com a inovação.

Além disso, o investidor questionou Guillemot sobre o movimento “Stop Killing Games”, que surgiu após a Ubisoft deslistar *The Crew* e já conta com mais de 1 milhão de assinaturas na União Europeia. Guillemot reconheceu que o apoio a todos os jogos não pode ser eterno, mas assegurou que a empresa está trabalhando para resolver essas questões.

A reunião também abordou a concorrência com jogos como *Valorant*, da Riot Games, e a queda no preço das ações da Ubisoft, que continua focada em seus principais lançamentos.

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