- A segunda geração do traje Feitian foi aprovada pelo Centro de Treinamento de Astronautas da China, com melhorias em durabilidade e confiabilidade.
- O traje B já foi utilizado por 11 astronautas em oito missões, mostrando eficácia em atividades extraveiculares.
- A nova versão do traje pode ser armazenada em órbita por até três anos e realizar até 15 saídas espaciais.
- Em 15 de julho, a nave de carga Tianzhou-9 entregou novos trajes, identificados como D e E, para futuras missões.
- Essas inovações reforçam o compromisso da China com a exploração espacial e a segurança das operações.
O Centro de Treinamento de Astronautas da China anunciou a aprovação da segunda geração do traje Feitian, que apresenta melhorias significativas em durabilidade e confiabilidade. Essa atualização é um marco, pois é a primeira vez que um traje da estação espacial atinge a meta de prolongamento definida pelo programa.
O traje B, utilizado por 11 astronautas em oito missões consecutivas, demonstrou eficácia em atividades extraveiculares. Testes dinâmicos confirmaram que ele mantém estabilidade, ampliando sua aplicação em missões espaciais. A nova versão do traje Feitian foi projetada para resistir a até três anos de armazenamento em órbita e realizar 15 saídas espaciais nesse período.
Avanços Tecnológicos
No início de 2024, os trajes estavam próximos do limite de uso previsto. Para garantir a segurança, as equipes científicas elaboraram planos de monitoramento e métodos de verificação em órbita. Esses testes confirmaram que o traje pode ser utilizado com segurança por mais tempo.
Em 15 de julho, a nave de carga Tianzhou-9 entregou novos trajes extraveiculares, identificados como D e E, que foram aprovados para uso em futuras missões. A segunda geração do traje Feitian não apenas supera a versão inicial, mas também se torna um recurso essencial para a proteção da vida dos astronautas e suporte às operações fora da estação.
Essas inovações refletem o compromisso da China com a exploração espacial e a segurança de suas missões, consolidando a posição do país no cenário da pesquisa espacial global.
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