Vivienne Errington-Barnes, ex-executiva do setor bancário, decidiu deixar um emprego bem remunerado para abrir a Django Bango, uma empresa de eventos voltada para o público lésbico em Londres. A iniciativa, que começou com eventos criativos e populares, enfrentou desafios financeiros significativos. Apesar de atrair milhares de participantes, a falta de controle orçamentário resultou em prejuízos, levando Vivienne a reavaliar seu modelo de negócios.
Após um período de reflexão, Vivienne retornou ao mercado corporativo, desta vez no setor de tecnologia, onde ocupou cargos executivos, incluindo o de chefe de gabinete no aplicativo Calm. Essa experiência permitiu que ela aprendesse sobre finanças e gestão de startups, o que a inspirou a reformular sua abordagem empresarial. Em 2020, ela decidiu reabrir a Django Bango, mas com uma estratégia mais sólida.
Agora, a empresa organiza eventos sob demanda, com orçamentos que podem chegar a US$ 7 milhões. O novo modelo elimina riscos financeiros, pois os clientes pagam antecipadamente. Vivienne destaca que, ao invés de vender ingressos, a empresa trabalha com um orçamento definido e uma taxa fixa, garantindo previsibilidade e escalabilidade.
A transformação da Django Bango não se resume a uma nova ideia, mas sim ao domínio das finanças corporativas. Vivienne aprendeu a controlar fluxo de caixa, margens e estrutura de custos, o que a permitiu transformar um modelo falido em uma operação lucrativa. Essa trajetória inspirou a EXAME, em parceria com a Saint Paul Escola de Negócios, a lançar o Pré-MBA em Finanças Corporativas, um treinamento voltado para quem deseja aprimorar suas habilidades financeiras.
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