A Refit, distribuidora de combustíveis, enviou um comunicado defendendo sua atuação na operação Carbono Oculto, ressaltando que a ação visa distinguir empresas que operam de forma ética das que adotam práticas ilícitas. O grupo afirma que sempre esteve “do lado certo” e nega vínculos com as empresas investigadas.
Entretanto, o comunicado não aborda a inclusão de cinco distribuidoras ligadas ao grupo em um parecer fiscal da Secretaria da Fazenda de São Paulo. As empresas citadas são Port Brazil, Everest, Império, Orizona e Maxima, que aparecem como controladas pela Refit. O parecer, datado do mês passado, tem como objetivo prevenir a “perpetuação da reiterada inadimplência” associada ao grupo.
A Refit argumenta que as acusações de que teria “ocupado espaço” da Copape não se sustentam, afirmando que a concorrência se restabeleceu com o afastamento de práticas desleais. Contudo, a situação levanta questionamentos sobre a integridade do grupo e suas operações no setor de combustíveis.
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