WEG apresentou resultados robustos no terceiro trimestre de 2025, com lucro líquido de R$ 1,65 bilhão, um aumento de 4,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A receita operacional líquida alcançou R$ 10,27 bilhões, representando um crescimento de 4,2%. A empresa manteve margens estáveis, mesmo diante de custos elevados de insumos.
O EBITDA da WEG foi de R$ 2,27 bilhões, com uma margem de 22,2%, praticamente inalterada em comparação ao ano passado. A companhia reportou um retorno sobre o capital investido (ROIC) de 32,4%, embora tenha registrado uma queda de 4,7 pontos percentuais em relação a 2024, devido a investimentos de R$ 672,6 milhões em modernização e expansão.
Expansão Internacional
A receita internacional da WEG foi impulsionada principalmente pela Europa, que cresceu 14% em dólares, especialmente nas vendas de equipamentos industriais para os setores de óleo, gás e saneamento. Na América do Norte, a empresa também se destacou em projetos de infraestrutura energética. No mercado interno, o segmento de motores comerciais avançou 15%.
Inovação e Aquisições
A WEG gerou R$ 4,2 bilhões em caixa operacional até setembro, encerrando o trimestre com um caixa líquido de R$ 3,44 bilhões. Ao longo do ano, foram pagos R$ 3,16 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio aos acionistas. A empresa também anunciou a aquisição de 54% da Tupinambá Energia, reforçando seu compromisso com a transição energética e a mobilidade elétrica.
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