Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Caso Reag revela operação de fundos exclusivos e métodos de lavagem de dinheiro

Investiga-se lavagem de quase US$ 10 bilhões ligada ao PCC; operação policial em agosto afasta Mansur e expõe fundos de fachada sob suspeita

Caso Reag expõe indústria de fundos exclusivos e acesso do crime à Faria Lima | Investigadores alegam a empresa foi implicada em um esquema de criminosos para ocultação de lucros ilícitos por meio de veículos de investimento há muito utilizados pela elite brasileira
0:00
Carregando...
0:00

A Reag Investimentos, que já teve Mansur como figura central, foi alvo de uma operação policial em agosto. A ação afastou o fundador, citando uma investigação de lavagem de dinheiro ligada ao PCC que envolve quase US$ 10 bilhões e cerca de 40 fundos sob suspeita.

Segundo documentos judiciais, a investigação aponta que Mourad estaria por trás de um esquema de ocultação de lucros por meio de fundos de investimento, usados para financiar uma rede de combustíveis, fintechs, usinas e ativos vinculados ao PCC. A Reag é mencionada como administradora de parte desses fundos.

A polícia e a Receita Federal identificaram que muitos fundos tinham cotistas únicos, configurando fundos de fachada. Autoridades afirmam que Mourad desvia recursos para expandir negócios e ocultar ativos. A Reag negou envolvimento direto e informou que parou de prestar serviços aos fundos suspeitos em 2024.

Entidades regulatórias destacam falhas regulatórias no mercado de capitais. O caso envolve presidente e ex-acionistas da Reag, bem como clientes como o Banco Master, já liquidado. Advogados da Reag insistem na colaboração com autoridades e afastam ligações com práticas irregulares.

A operação de agosto abalou a comunidade de investimentos brasileira ao revelar estruturas de fundos com múltiplos estágios de gestão. Investigações apontam que camadas de empresas e fundos foram usados para lavar lucros e financiar atividades do PCC.

Mansur, hoje afastado, integrou o conselho de supervisão de clubes e atuou como gestor da Reag desde 2012, quando a empresa se expandiu para setores além de imóveis. O cenário evidencia a complexidade de casos em que organizações criminosas se infiltram em o mercado financeiro.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais