Os Correios comunicaram aos seus funcionários, em Brasília, que a atual gestão busca reestruturar a empresa e manter as operações diante de uma crise financeira. A necessidade estimada é de aproximadamente 20 bilhões de reais para 2025 e 2026. O objetivo é garantir continuidade e previsibilidade das atividades.
A diretoria informou que está renegociando o empréstimo e avalia diferentes caminhos para evitar interrupções. O Tesouro Nacional não aprovou garantias para juros acima de 120% do CDI e cobra um plano de recuperação aprovado antes de liberar recursos adicionais.
Processo de negociação com o Tesouro
O governo e os Correios discutem alternativas, incluindo eventual aporte direto caso o plano de recuperação seja aprovado. O ministro da Fazenda comentou que podem ocorrer aportes, desde que dentro das regras fiscais vigentes. O processo envolve ajustes nas condições financeiras para reduzir custos e ampliar segurança da operação.
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