Recentemente, os UCITS chegaram ao Brasil em meados de setembro, por meio de uma parceria entre BlackRock e a plataforma Avenue. Em pouco tempo, atraíram cerca de US$ 100 milhões de investidores brasileiros.
Os Undertakings for the Collective Investment in Transferable Securities são fundos de investimento cujas cotas são negociadas em bolsas, como ações. Exigem diversificação em ações, renda fixa, commodities e mercados internacionais, com gestão de grandes gestoras.
A principal vantagem é fiscal: investimentos em renda fixa e derivativos não sofrem tributação, e ações têm imposto de 15%. No Brasil, os UCITS são vistos como equivalente europeu de ETFs, com benefício adicional de diversificação global.
Implantação e atratividade
A BlackRock é a gestora por trás da iniciativa, atuando em parceria com a Avenue para distribuição. O movimento ocorreu em setembro, já sinalizando interesse de investidores brasileiros por ativos internacionais sob gestão estruturada.
Segundo especialistas, a atração inicial está ligada à combinação de isenção fiscal em determinados instrumentos e à possibilidade de exposição a ações, renda fixa, commodities e mercados emergentes por meio de um único veículo.
A operação representa uma incursão recente de produtos europeus no mercado brasileiro, ampliando opções para quem busca diversificação internacional sem depender apenas de ETFs tradicionais.
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