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Pré-mercado aponta Copom conservador no último encontro de 2025

Copom mantém Selic em 15% ao ano e sinaliza manter juros elevados em 2026, com cortes dependentes da inflação abaixo da meta

Pré-mercado
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O Copom manteve a Selic em 15% ao ano e sinalizou que a inflação precisa convergir para a meta para abrir espaço para cortes. A ata de novembro reforçou a necessidade de maior alinhamento das expectativas. O contexto segue de olho no desempenho de preços daqui para frente.

Analistas avaliam que o comunicado desta noite deve reiterar a manutenção de juros altos em 2026, com possibilidade de corte apenas no próximo ano se a inflação ceder. O texto pode sinalizar riscos de inflação acima da meta e manter flexibilidade para elevar juros se necessário.

  • Elementos-chave: a Selic atual continua compatível com a estratégia de convergência da inflação; há riscos relevantes de inflação acima da meta; a condução da política monetária permanece com prudência.

Perspectivas para 2026

O mercado pode interpretar a comunicação como indicação de juros altos por um período mais longo, a depender da linguagem usada para a expressão “juros bastante”. A ausência ou presença desse termo pode influenciar apostas sobre o primeiro corte do ano.

Fatores que podem mudar o tom

A desaceleração da inflação e o PIB mais fraco indicam condições para um possível ajuste no futuro, ainda que o tom permaneça duro nesta reunião. A decisão de 2026 dependerá de como a inflação evoluir nos próximos meses.

Contexto externo e próximos passos

A agenda inclui o resultado do Fomc, que influencia o ritmo de adaptação da política doméstica. Dados de inflação nos próximos meses passam a ser determinantes para confirmar o caminho de juros.

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