O primeiro pregão de 2026 traz otimismo para o mercado global, com várias bolsas atingindo recordes. Seul e Londres registraram altas expressivas. FTSE 100 superou pela primeira vez a marca de 10 mil pontos, sinalizando início positivo do ano.
No Brasil, o Ibovespa encerrou 2025 em domínio de altas, com avanço acumulado de 34%. Nos EUA, o S&P 500 subiu 16,4% no ano passado, marcando o terceiro ganho anual consecutivo. Motivos incluem juros nos EUA e perspectiva de IA entre ações.
Analistas apontam que o cenário pode seguir positivo, ainda que seja incerto. Nos EUA, o caminho da política monetária depende de dados de fim de 2025. No Brasil, a expectativa fica no Copom de janeiro para confirmar possível corte de juros.
Perspectivas do mercado
O pré-mercado aponta alta em índices americanos: S&P 500 avança cerca de 0,65%, Nasdaq sobe 1,1%. No Brasil, o ETF EWZ opera com alta aproximada de 1% no pregão inicial.
Indicadores e fatores relevantes
No Brasil, o PMI Industrial de dezubro deve sair, com leitura anterior em 48,8. O fluxo cambial de dezembro foi de saída de US$ 6,5 bilhões, segundo dados anteriores. Nos EUA, o PMI Industrial de dezembro saiu em 52,2, ante 51,8 esperado.
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