O ouro passou de US$ 5.000 e atingiu o nível de US$ 5.100 durante a madrugada, em operações na Europa e na Ásia, antes da abertura dos pregões no Brasil e nos EUA. O movimento indica incerteza nos mercados e busca por ativos de proteção.
Embora não tenha havido grandes notícias no fim de semana, investidores repercutem recordes anteriores de metais, registrados na sexta-feira. O cenário sugere fluxo de recursos para ativos considerados seguros e pressão sobre o dólar.
O Ibovespa também ficou sob acompanhamento, tendo encerrado na sexta-feira aos 178.878 pontos, após superar marcas históricas durante a semana. Entre fatores de risco, traders monitoram câmbio, juros e crescimento global.
Cenários
As atenções estão voltadas para decisões de política monetária nesta semana: Copom no Brasil e Fomc nos EUA. Analistas projetam manutenção das taxas no nível atual em ambos os casos, com juros adultos estáveis.
No Brasil, a expectativa é manter a Selic em 15% ao ano. Nos EUA, a faixa de 3,50% a 3,75% deve permanecer sem alterações, mantendo o peso sobre decisões de investimento global.
Indicadores a caminho incluem inflação e mercado de trabalho. O IPCA-15 de janeiro será divulgado na terça-feira, com projeção de 4,52% anual, acima do teto da meta. Dados ajudam a calibrar apostas sobre juros.
Indicadores
Brasil
Relatório Focus
Saldo em Transações Correntes (Dez)
Observado: – US$ 3,36 bilhões
Anual: – US$ 3,36 bilhões
Anterior: – US$ 4,94 bilhões
Investimento Estrangeiro Direto (Dez)
Observado: – US$ 5,25 bilhões
Anterior: US$ 9,82 bilhões
Estados Unidos
Sem indicadores relevantes no momento.
Entre na conversa da comunidade