Nos últimos três anos, ações ligadas à IA ficaram concentradas nas “AI Seven”: Nvidia, Microsoft, Google, Meta, Amazon, Apple e Tesla. A valorização dessas empresas é o motor inicial do tema.
Ulrike Hoffmann, chefe global de ações do UBS Wealth Management, disse que a tese da IA está entrando numa fase de ampliação. Em LAIC, ela afirmou que este ano o foco se expande para empresas que irão usar IA.
Segundo Hoffmann, ganhos já aparecem fora do universo tecnológico. A UBS cita exemplos como JP Morgan, com US$ 1,5 bilhão em melhoria de custos, e a transportadora C.H. Robinson, que usa IA para planejar rotas.
Saúde é destaque
A especialista aponta que o setor de saúde é o mais bem posicionado para colher benefícios. O valor de mercado do setor está abaixo da média do S&P 500, apesar das oportunidades ao longo de toda a cadeia.
Anúncios recentes indicam avanços, com a IA sendo testada em diferentes frentes. O primeiro medicamento desenvolvido por IA está em fase 2 nos EUA. Nvidia prepara um supercomputador farmacêutico para dados genômicos e moleculares.
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