A Amazon informou nesta quarta-feira 28 a demissão de cerca de 16 mil funcionários. A nota, assinada por Beth Galetti, vice-presidente de experiência de pessoas e tecnologia, aponta que o movimento faz parte de uma reestruturação para reduzir camadas, aumentar a responsabilidade interna e cortar burocracia. A empresa já havia anunciado cortes em outubro do ano passado, totalizando 30 mil demissões em três meses.
Segundo Galetti, as reduções mantêm o foco na reorganização da empresa. Ela destacou que, apesar dos cortes, a Amazon continua investindo em áreas estratégicas, como inteligência artificial, automação e robótica, para alinhar a companhia às mudanças do setor. Não foram divulgadas regiões específicas atingidas.
A companhia afirma que funcionários dos Estados Unidos terão até 90 dias para buscar uma recolocação interna antes de receber indenização e apoio adicional. A medida ocorre pouco antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre, repetindo a prática adotada em outubro.
Contexto e próximos passos
O movimento é descrito pela Amazon como parte de uma estratégia para reduzir excessos de contratações durante a expansão acelerada da pandemia. A empresa já comunicou, em outubro, custos de rescisão estimados em US$ 1,8 bilhão. Não há informações adicionais disponíveis sobre áreas afetadas além do divulgado oficialmente.
A liderança da Amazon, incluindo o CEO Andy Jassy, reforça que mudanças são avaliadas continuamente. A meta é manter a eficiência operacional sem interromper investimentos em inovações estratégicas para o futuro da companhia.
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