A Waymo, startup de robotáxis da Alphabet, está perto de fechar uma rodada de financiamento de US$ 16 bilhões que deve elevar a avaliação de mercado para US$ 110 bilhões. A operação atrai novos investidores e acontece em meio à expansão global da empresa e à disputa com a Tesla. O aporte envolve diferentes fundos, com participação já assegurada de investidores como Mubadala.
Dados preliminares indicam que a rodada deve ampliar a participação de atuais acionistas, incluindo a Andreessen Horowitz, que aumenta sua participação. A Dragoneer, Sequoia Capital e DST Global são apontados entre os novos investidores. A Waymo não comenta números específicos, apenas ressalta a segurança e a liderança tecnológica.
Fontes próximas ao processo afirmam que a Waymo já registra receita recorrente anual superior a US$ 350 milhões e que a procura pela rodada superou em três vezes a oferta inicial. A empresa destaca que já realizou mais de 20 milhões de viagens e mantém foco em segurança e operação.
Concorrência
A Tesla surge como principal concorrente no segmento, com um serviço de robotáxi em Austin e planos para veículos alugados quando não em uso. A empresa desenvolve o Cybercab, veículo de dois lugares sem volante, com produção prevista para este ano.
A abordagem da Tesla difere pela reliance em apenas câmeras, sem sensores LiDAR, o que gera questionamentos sobre segurança. Além de enfrentar processos, aTesla tem sido monitorada por questões de direção autônoma considerada nível dois, exigindo atenção constante do motorista.
A Waymo continua a expansão doméstica, com operações em cidades como São Francisco, Los Angeles, Phoenix e Miami. Parcerias com serviços de terceiros ocorrem em mercados secundários, enquanto testes internacionais já foram realizados em Londres e Tóquio.
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