O grupo de pessoas mais ricas dos EUA está transformando mansões em fortalezas, com seguranças armados, lasers, fossos e câmeras de alta tecnologia. A prática ganhou destaque após ataques e furtos envolvendo magnatas e celebridades.
Segundo o Wall Street Journal, tensões crescentes entre elite e criminosos aumentaram a demanda por recursos de proteção. Casos de 2024 em Nova York e 2025 envolvendo executivos reforçaram o temor de ser alvo de violência ou roubo.
Casas em Arizona ganharam fortificações de várias camadas, com portas de aço, sistemas de detecção a laser e perímetros reforçados. Interior inclui bunker de concreto com portas pesadas e filtragem de ar.
A prática não é exceção. Dados apontam que cerca de 45% das mansões de alto padrão vendidas no ano passado incluem referências a privacidade ou segurança, frente a 38% em 2024, segundo o veículo de reportagem.
Em Las Vegas, firmas de design já mostram clientes gastando entre 100 mil e 1,5 milhão em recursos de segurança, como salas seguras e câmeras. Em Florida, trilhas de biometria começam a entrar em projetos.
Projetos em Beverly Hills contratam equipes de segurança 24/7 para condomínios fechados. Guardas usam pistolas 9 mm e monitoram imóveis por câmeras infravermelhas, com foco em dissuadir perseguição após eventos sociais.
Especialistas ouvidos pelo jornal destacam que a prática busca reduzir riscos reais de violência, mesmo diante de debates sobre impactos sociais e custos elevados. As informações são baseadas em relatos de mercado e casos recentes.
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