Bitcoin: hashrate dos mineradores faz recuperação em V após queda em janeiro
A hashrate da rede de BTC voltou a subir com força após o recuo de janeiro, indicando que mineradores não recuam e podem estar posicionados para alta enquanto o nível de US$ 60 mil se mantém.
Em janeiro, o preço caiu de cerca de US$ 90 mil para um mínimo próximo de US$ 60 mil em 6 de fevereiro. Paralelamente, ETFs registraram US$ 544 milhões em saídas em um único dia e US$ 2 bilhões em liquidações de futuros.
A dificuldade de mineração registrou a maior redução negativa desde a proibição chinesa de 2021, sinalizando capitulação de fracos e consolidação entre operadores mais fortes. Margens mostram melhoria para os sobreviventes.
Sinal de força entre grandes pools
A recuperação da hashrate ocorreu mesmo com volatilidade alta. Grandes pools como Foundry USA ganharam participação, e Mara.com manteve cerca de 61,7 EH/s durante a turbulência, evidenciando absorção do choque por mineradores industriais.
Essa recuperação em V sugere que operadores de maior porte permaneceram ativos e continuam a apostar em upside, especialmente se o preço se manter acima de US$ 60 mil.
Implicações para o preço do BTC
O movimento de hashrate é um impulso fundamental, mas o preço continua definidor. Um rompimento acima de US$ 74 mil é visto como confirmação de reversão, enquanto abaixo de patamares próximos de US$ 53 mil o cenário se complicaria.
Se o BTC ficar acima de US$ 70 mil, a próxima meta de alta ficaria em torno de US$ 83 mil. Em caso de perda de momentum, pode haver retração para a faixa de US$ 49 mil a US$ 53 mil.
Para o momento, a leitura é de maior demanda entre mineradores, com o gráfico precisando confirmar a tendência via continuidade do movimento de preço.
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