Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tarifas entram em vigor com alíquota de 10%, abaixo do esperado

Tarifa de 10% entra em vigor nos EUA, abaixo do prometido, gerando confusão nos mercados e expectativa pelo discurso de Trump

Contêineres em porto chinês: Brasil e China foram os países mais beneficiados com decisão sobre tarifas (Foto: Reuters)
0:00
Carregando...
0:00

Na manhã desta terça-feira, 24 de fevereiro, mercados mostram reação contida ao anúncio de tarifas. As medidas entraram em vigor com alíquota de 10%, diferente do 15% previamente indicado pelo presidente Donald Trump. A atualização veio via Department of Homeland Security, CBP, na noite de segunda-feira.

O cenário é resultado de disputa legal e mudanças na estratégia comercial dos EUA. Na sexta-feira anterior, o Supremo dos EUA declarou inconstitucional o uso de uma lei de 1977 para embasar tarifas. Diante disso, o governo ajustou a tarifa para 10%, mantendo o discurso de uso de outros mecanismos.

Trump havia sinalizado, na mesma sequência de eventos, a possibilidade de tarifa de 15% em algum momento. A divulgação de ontem não trouxe explicação clara sobre o porquê da escolha de 10%, segundo a Reuters. Ainda assim, a divulgação não descartou mudanças futuras.

Tarifa em vigor e impactos

A decisão de aplicar 10% gerou volatilidade entre investidores e empresários que atuam com exportação para os EUA. Fontes ouvidas pela imprensa apontam que o recuo para 10% reduz riscos de curto prazo para parceiros comerciais, inclusive para o Brasil.

Mercados de ações norte-americanos abriram com leve alta no pré-mercado, acompanhando o tom de estabilidade. Em Nova York, o ETF EWZ, referência para ações brasileiras, registrou movimentos semelhantes, já que o desempenho externo influencia fluxos.

Na Europa, a sessão inicial mostrou cautela, com quedas moderadas em índices, diante da incerteza sobre a política tarifária dos EUA. Analistas destacam que o discurso de Trump no Estado da União pode definir próximos passos.

Indicadores e expectativas

Do lado financeiro, o desempenho de inflação, consumo e confiança do consumidor permanece sob observação. No Brasil, o mercado acompanha indicadores como investimento direto externo e saldo de transações correntes de janeiro, com números esperados acima e abaixo de zeros anteriores.

Nos EUA, a leitura de confiança do consumidor CB para fevereiro deve sustentar as expectativas de demanda interna. Os agentes também aguardam o discurso de Trump para novas diretrizes ou eventuais anúncios sobre tarifas adicionais.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais