Solana enfrenta uma resistência-chave em torno de US$ 95 após recuo de US$ 120 para US$ 80. A retração de 38,2% a 50% fica exatamente nesse patamar, que costuma atuar como primeira barreira durante rallys de recuperação. O movimento respeita esse nível.
O RSI já saiu da zona de sobrevenda e opera um pouco acima de 50, sinalizando momento de pouca força, com risco de nova pressão de vendedores. O volume de negociação em 24h ficou pouco acima de US$ 6 bilhões, sugerindo equilíbrio entre correção e reversão.
Se SOL romper e manter acima de US$ 95, a próxima zona de alta fica entre US$ 105 e US$ 110, alinhada a projeções de alta de curto prazo. O cenário otimista dependeria também de um reteste bem-sucedido da resistência de US$ 100.
Caso o preço seja rejeitado nesse nível, o foco volta para a região de US$ 85 e, se rompida, para as mínimas recentes perto de US$ 80. No horizonte médio a longo, há resistência em US$ 200 e US$ 275, que poderiam permitir novos testes de teto histórico.
Projeções e fundamentos
No aspecto técnico, o panorama aponta para possível alta de Solana caso o nível de US$ 95 seja superado com sustentação. A formação atual sugere apenas um movimento corretivo, não uma reversão completa de tendência.
Do lado fundamental, Solana mantém avanços em setores relevantes como stablecoins e tokenização de ativos do mundo real. Grandes gestores de ativos, como Franklin Templeton e BlackRock, já exploram a rede para operações de tokenização.
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