A Victoria’s Secret projeta um ano fiscal mais forte do que o previsto pelo mercado. A varejista de lingeries estima receita líquida de pelo menos US$ 6,85 bilhões, acima da média de US$ 6,77 bilhões apontada por analistas da Bloomberg. O crescimento seria o mais alto em sete anos.
A empresa aponta que a recuperação vem após um período de queda e aumento da competição. A CEO Hillary Super lidera o reposicionamento, com foco em sutiãs e na linha Pink voltada a consumidoras mais jovens. Além disso, há esforços para ampliar o segmento de beleza.
A Victoria’s Secret encerrou três trimestres com crescimento de receita. O resultado mais recente superou again as expectativas, com ganhos impulsionados pela retomada de demanda e pela reestruturação do portfólio. A ação da varejista tem ganhado fôlego desde o ano passado.
Desempenho de ações e contexto estratégico
As ações da Victoria’s Secret avançaram 11% neste ano e chegaram a valorizar mais de quatro vezes desde o nadir de abril do ano passado. O desempenho supera o índice Russell 2000, no qual a empresa é cotada. A movimentação ocorre em meio a ajustes de governança.
A Bath & Body Works se tornou a empresa propulsionada pela cisão de 2021, quando a Victoria’s Secret passou a operar como entidade independente. Investidores acompanham as mudanças do conselho e da estratégia que visam ampliar margens e reduzir dependência de remarcações.
A companhia busca expandir o negócio de beleza e acelerar o desenvolvimento de produtos. As metas indicam intenção de reduzir a dependência de lançamentos pontuais e fortalecer o portfólio em segmentos com maior retorno. Dados completos devem ser apresentados pela empresa em breve.
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