O IGP-M subiu 0,52% em março, após recuar 0,73% em fevereiro, conforme dados da FGV. O resultado ficou dentro do esperado pela Reuters e ampliou a deflação de 12 meses para 1,83%.
O IPA, que responde por 60% do índice, avançou 0,61% em março, depois de queda de 1,18% em fevereiro. Agropecuária puxou o incremento, com contribuições de bovinos, ovos, leite, feijão e milho.
O subgrupo Derivados do Petróleo no IPA registrou inflexão, de -4,63% em fevereiro para 1,16% em março, alimentado pela percepção de risco sobre a oferta global de petróleo diante do conflito envolvendo Israel, EUA e Irã.
Desempenho por componentes
O IPC, com peso de 30% no IGP-M, avançou 0,30% em março, repetindo a taxa de fevereiro. Reflete variações de preços ao consumidor no período analisado.
O INCC apresentou alta de 0,36% em março, ante 0,34% em fevereiro. O índice mede custos da construção civil.
O IGP-M é calculado com base em preços ao produtor, ao consumidor e da construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.
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