O Assunto traz, nesta quinta-feira, um recorte qualitativo que ajuda a entender mudanças no cotidiano das famílias brasileiras. Em sessões de pesquisa, homens relataram apostar em plataformas online de forma discreta, muitas vezes sem o conhecimento das parceiras, em ambientes que simulam debates entre eleitores.
Os estudos utilizam salas de espelhos, onde grupos discutem sob mediação com participantes de diferentes perfis. Nas sessões apenas com homens, o registro aponta apostas feitas individualmente, com relatos de lucro aparente que contrasta com perdas reais, fortalecendo o desequilíbrio financeiro familiar.
Dados complementares indicam que, segundo pesquisas quantitativas citadas no episódio, 29% começaram a apostar para pagar contas e 27% buscavam renda extra; entre inadimplentes, 46% apostam. O fenômeno ajuda a explicar a percepção de custo de vida acima do que indicam números econômicos, segundo o pesquisador.
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