O Ibovespa fechou acima de 198 mil pontos pela segunda sessão consecutiva, registrando novo recorde de fechamento em 198.657,33 pontos, com máxima intradia de 199.354,81. O pregão contou com cenário externo favorável a ativos de risco e aporte de investimento estrangeiro.
A cautela com o petróleo contribuiu para recuos de Petrobras, freando a proximidade de uma marca histórica acima de 200 mil pontos. O fluxo estrangeiro segue como suporte, com entrada líquida de R$ 14 bilhões em abril até o dia 10, elevando o saldo de 2025.
Petróleo
Os preços do petróleo caíram diante de sinais de retomada de negociações entre EUA e Irã, e expectativa de acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. O Brent fechou a US$ 94,79, queda de 4,6%, e o WTI, US$ 91,20, queda de 7,87%.
A queda do petróleo impactou ações de Petrobras, que tiveram recuos expressivos, refletindo o movimento do mercado externo. Outros nomes do setor also acompanharam o movimento, pesando no índice no fim do dia.
Dólar
O dólar à vista encerrou próximo à estabilidade, em R$ 4,9935, baixa de 0,09%. A cotação mínima intradia foi de R$ 4,9712, enquanto o índice de preços no exterior mostrava recuos frente várias moedas.
Durante o pregão, houveram relatos de novas conversas entre EUA e Irã, com possibilidade de retorno a Islamabad para negociações no fim desta semana. O mercado reagiu com queda dos preços do petróleo e recuperação de ativos de risco.
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