Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, movediou-se em 2026 para contratar uma agência de influenciadores digitais. O objetivo era publicar posts favoráveis ao Banco Master e atacar o Banco Central em redes sociais, com financiamento de terceiros.
A agência citada na apuração não teve o nome divulgado. Segundo o *O Tempo*, os pagamentos visavam contratar influenciadores para promover o banco e desvalorizar o BC, refletindo uma estratégia de imagem junto ao público.
A investigação envolve possíveis irregularidades na relação entre influenciadores e instituições financeiras, além de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Vorcaro nega irregularidades e afirma buscar apenas melhoria de imagem.
A prática de remunerar posts é comum em marketing, mas tem gerado debates sobre transparência e legalidade. A apuração busca esclarecer se houve influência indevida na opinião pública e em decisões regulatórias.
As autoridades podem solicitar quebras de sigilo bancário e telefônico de Vorcaro e das agências envolvidas. A reportagem tentou contato com o empresário, que não se pronunciou até o momento. O caso continua em apuração.
Progresso da investigação
- Dententoras de novas informações não foi possível confirmar até o fechamento desta edição.
- A apuração do *O Tempo* acompanha desdobramentos e possíveis desdobramentos envolvendo outras instituições.
- Não há conclusão sobre responsabilidades ou responsabilizações até a publicação do texto.
Entre na conversa da comunidade