O otimismo dos mercados com os efeitos temporários da guerra pode diminuir se a inflação começar a se espalhar, não apenas pela energia. A afirmação é de Solange Srour Chachamovitz, diretora de macroeconomia para o Brasil no UBS Global Wealth Management, em entrevista.
Ela aponta que hoje a pressão inflacionária está concentrada em energia, mas há expectativa de contágio global. O alerta reforça a importância de monitorar indicadores fora do setor de energia, especialmente nos Estados Unidos.
Segundo a executiva, o cenário ainda pode mudar conforme a inflação sature índices além do setor energético. A instituição avalia que o aperto monetário pode ganhar velocidade se o efeito for disseminado, impactando mercados globais.
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