A Air New Zealand lançará cápsulas de dormir em voos de longa duração, batizadas de Skynest. A iniciativa envolve beliches privativos na classe econômica para voos entre Auckland e Nova York, com duração de cerca de 14h a 15h. A ideia é oferecer repouso sem exigir upgrade para a executiva.
As cápsulas ficam em uma área dedicada, divididas para seis passageiros por vez. Cada unidade tem colchão, cobertor, travesseiro, cinto de segurança, entradas USB e cortina de privacidade. O espaço tem aproximadamente 2 m de comprimento por cápsula.
A primeira implementação ocorrerá na rota Auckland-Nova York, com voos de cerca de 14.500 km. Os assentos econômicos tradicionais serão reduzidos; a aeronave Boeing 787-9 contará com 120 assentos na econômica e maior oferta de classe premium.
A reserva das cápsulas abre em 18 de maio para viagens a partir de novembro. Passageiros já a bordo poderão, conforme disponibilidade, escolher horários para cochilos sem precisar descer do avião.
Objetivo da companhia é ampliar a experiência de sono dos passageiros em rotas longas e noturnas. A diretoria afirma que a localização geográfica da empresa favorece a aposta em soluções de descanso diferenciadas para quem viaja nessa rota.
Outras companhias já exploram formatos semelhantes. A United Airlines anunciou, recentemente, o Relax Row para 2027. Empresas como Vietnam Airlines e Azul também testam versões de fileiras que viram camas na econômica.
A iniciativa da Air New Zealand segue a tradição da empresa de investir em conforto em voos de longa distância desde 2011, quando lançou o Skycouch, um conjunto de três assentos que vira cama. A nova opção reforça a estratégia de oferecer serviços premium a quem viaja na econômica.
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