A Energisa assinou um memorando de entendimentos não vinculante com o Itaú para subscrever R$ 1,4 bilhão em ações preferenciais da Denerge. O banco terá participação minoritária direta na Denerge e indireta em ativos do grupo. A operação depende de aprovação do Cade e da assinatura de documentos finais.
O acordo prevê que o Itaú passe a deter todas as ações preferenciais a serem emitidas pela Denerge. A proposta é fortalecer a capacidade financeira da Energisa e a estrutura de capital do grupo, sem indicar venda de controle.
A transação está condicionada à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e à conclusão de acordo de investimento e de acionistas entre Energisa, Nova Denerge, Denerge e Itaú. A operação é não vinculante até então.
Significado estratégico
A Denerge passou por reorganização societária recente, destacando-se dentro da estrutura da Energisa. A subsidiária concentra ativos relevantes, como Rede Energia e unidades da Energisa no Mato Grosso do Sul, Sul-Sudeste e Mato Grosso.
Procurados, Itaú e Energisa não se pronunciaram sobre o acordo até o momento.
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