A Investo lançou o IVWO11, um ETF que busca exposição a mercados emergentes globais. O produto oferece diversificação internacional com foco em empresas de países em desenvolvimento, ampliando o acesso a ativos de alta liquidez.
O ETF replica a estratégia do VWO, da Vanguard, que segue o índice FTSE Emerging Markets All Cap China A Inclusion. A carteira contempla ações de grande, médio e pequeno porte, incluindo ações da China negociadas em Xangai e Shenzhen.
Com cotação inicial de R$ 20 e taxa de administração de 0,3% ao ano, o IVWO11 investe em mais de 5.900 ações, distribuídas por cerca de 24 países. Entre os pesos, China responde por 29,7%, Taiwan 26% e Índia 17,4%.
Pequenas participações aparecem em Brasil (4,8%), África do Sul (4,7%) e Arábia Saudita (3,1%). Nomes relevantes do mercado global também integram a carteira, como Taiwan Semiconductor, Tencent, Alibaba, Samsung e Petrobras.
Diversificação cambial e acesso simplificado
A gestora aponta a diversificação cambial natural como diferencial, já que a carteira envolve moedas diversas e empresas exportadoras. O ETF oferece acesso simplificado a um setor historicamente dominado por investidores institucionais.
O IVWO11 busca manter liquidez elevada e custos relativamente baixos frente a aplicações internacionais diretas. A gestora destaca que o ETF de referência da Vanguard acumula patrimônio superior a US$ 100 bilhões.
Histórico de desempenho e objetivo
A estratégia acumulou 107,4% de valorização desde julho de 2019, frente a 85,7% do Ibovespa no mesmo período, em reais. Em 2024, o conjunto subiu 41,5%, enquanto o Ibovespa caiu 10,4%.
Para a Investo, o IVWO11 representa uma alternativa para capturar o crescimento estrutural das economias emergentes, que hoje respondem por cerca de 40% do PIB global, porém com participação acionária ainda modesta nos mercados internacionais.
Por que investir em ETF
Os ETFs ganham relevância pela diversificação proporcionada, reunindo ações, títulos e outros ativos. Com um único produto, o investidor obtém exposição a várias companhias, reduzindo risco relativo a ativos isolados.
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