A tensão entre mudanças climáticas e atividade econômica acelera a agenda empresarial. Empresas na América Latina passam a estruturar práticas para mitigar riscos, impulsionadas pela percepção de que o aquecimento global afeta operações, cadeias e decisões de investimento.
Um relatório da ONU aponta que as emissões atuais podem levá-lo a exceder 1,5ºC na próxima década, ampliando pressões regulatórias e de mercado. O alerta aparece na seção dedicada ao Aquecimento Global do Annual Report 2025.
A dianteira das certificações ESG cresce no continente. Publicação do Latin American Quality Institute destaca a adesão como resposta a realidades setoriais, não apenas a modismos, com foco na qualidade, ambiente, social e governança.
Contexto e instrumentos práticos
A LAQI desenvolveu um modelo próprio para avaliar a maturidade das empresas nos pilares Q, E, S e G, com base em evidências verificáveis e critérios objetivos de pontuação. O objetivo é traduzir compromissos em rotinas e metas mensuráveis.
Segundo o fundador da LAQI, Daniel Maximilian Da Costa, a estruturação da agenda ESG transforma discurso em execução e fortalece a continuidade dos negócios diante de riscos climáticos, sociais e econômicos.
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