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Bosch investe R$ 1 bilhão na América Latina em veículos híbridos e elétricos

Bosch investe R$ 1 bilhão na América Latina para ampliar no Brasil a produção de motores elétricos e híbridos, incluindo linha de motores totalmente elétricos para veículos comerciais

Presidente da Bosch América Latina aponta que Brasil é mercado mais estável no cenário global volátil. Foto: divulgação/Bosch.
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A Bosch anunciou um investimento de 1 bilhão de reais na América Latina até 2026, com foco em ampliar a produção de componentes para motores eletrificados, acelerar a digitalização e desenvolver novas tecnologias para veículos elétricos e híbridos.

A meta é atender montadoras tradicionais e novas marcas que chegam ao Brasil, fortalecendo a transição para veículos híbridos flex e garantindo produção local, reduzindo a dependência de importações.

Brasil recebe a maior fatia

O Brasil será a principal linha de atuação, giveno como principal mercado da empresa na região. Em 2025, a região registrou faturamento de 11,6 bilhões de reais e 11 mil empregos, com o Brasil respondendo por 80% desse montante.

O país também funciona como polo exportador, destinando 20% da produção para a América Latina, Europa e América do Norte.

Expansão em motores elétricos e híbridos

A Bosch pretende dobrar a capacidade produtiva de motores elétricos de baixa voltagem, usados para funções como vidros e ajustes elétricos internos dos veículos.

Além disso, será instalada no Brasil a primeira linha de fabricação de motores totalmente elétricos para veículos comerciais, com alta tecnologia e flexibilidade operacional.

Foco em híbridos flex

A transição energética na região ganha força com a combinação de biocombustíveis e eletricidade, alavancada pela demanda por modelos híbridos flex.

A Bosch fornece sistemas como a ECU, que gerencia sensores e comandos de injeção, e a VCU, que coordena o motor a combustão, o propulsor elétrico e a recarga.

Cenário brasileiro e perspectivas

Apesar de a geopolítica global trazer incertezas, a empresa mantém o otimismo sobre o Brasil, visto como porto estratégico. O setor automotivo local mostra sinais de crescimento e demanda por soluções de transição energética.

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