A abertura de capital no Brasil viveu uma retomada de conversas entre bancos, empresários e assessores desde a retomada de operações após quatro anos de seca, impulsionada pela sequência de recordes da bolsa. Embora a janela seja vista como rara, há sinalização de pressa entre os envolvidos para aproveitar o momento.
Segundo fontes do mercado, a expectativa é capturar recursos por meio de IPOs antes das eleições gerais de setembro. A ideia é aproveitar a fase de liquidez e o apetite de investidores, mas a brevidade dessa janela é citada como fator decisivo.
Ainda que haja otimismo local, o cenário global tem apresentado frustrações de demanda por novas ofertas desde a pandemia. A dúvida permanece sobre a velocidade de aprovação regulatória e a preferência de negócios com modelos de crescimento mais estáveis para 2024.
Perspectiva global
Observa-se menor volume de ofertas de ações em mercados internacionais, o que impacta as decisões de empresas nacionais. No Brasil, a combinação de liquidez elevada e volatilidade regulatória potencial molda o ritmo das novas concentrações de capital. A transformação de projetos em IPOs segue como questão central para bancos e emissores.
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