O Tesouro Nacional realizou hoje leilão de títulos da dívida pública, elevando as taxas de juros nos títulos públicos. O movimento ocorreu mesmo com ausência de novidades geopolíticas relevantes e diante de um cenário de renda fixa global estável. Como resultado, os juros futuros subiram com forças semelhantes às observadas na véspera.
Entre os papéis prefixados, o título Tesouro Prefixado 2029 avançou de 13,19% para 13,30%. Nos títulos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ 2032 subiu para 7,46%, após ter atingido patamares menores na semana anterior.
A emissão de hoje ficou concentrada no papel com vencimento em julho de 2029, com a venda de 10 milhões de títulos. Analistas disseram que já era esperado um volume elevado e um nível de risco adicional próximo de US$ 1 milhão, o que contribuiu para a volatilidade.
Para quem busca proteção de caixa de curto prazo, especialistas recomendam o Tesouro Selic, por ser pós-fixado, apresentar menor oscilação e maior liquidez. No longo prazo, o Tesouro IPCA+ é visto como proteção contra inflação, com algumas datas oferecendo rentabilidade real acima de IPCA + 7%.
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